terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Ah, o mundo e seus extremos

“Mais que calor, ô ô ô ô ô ô...” Esta marchinha nunca esteve tão em voga como nos últimos dias. Como faz calor em terras tupiniquins. Praias lotadas, piscinas transbordando de pessoas e o sol a todo vapor colaborando para a venda de sorvetes, água de coco e afins.



O Brasil já está acostumado com este tipo de calor, mas até os costumes se tornam complicados quando estes acabam ficando nas raias da loucura. Ninguém consegue pensar direito, dormir, trabalhar, é um deus nos acuda sem tamanho.



Lorena é uma cidade muito quente e que por ser plana e estar longe da Serra da Mantiqueira, não tem muita brisa, o que faz a sensação de calor aumentar ainda mais. Para suportar este calor, da lhe água, sorvete, ventilador e piscina.

Por outro lado, no hemisfério norte, temos o inverso. Frio e põe frio nisso. A diferença deles para nós é que as cidades estão mais preparadas para enfrentar o frio, há calefação e o frio que se faz na rua ao ponto de congelar as margens de um lago (foto baixo) não é sentido dentro das casas, todas, sem exceção com aquecedores. Meu primo esteve ano passado na Coréia do Sul e relatou que sentimos mais frio aqui no Brasil que lá, onde estava sempre em temperaturas negativas, justamente pelo sistema de aquecimento que nossas casas não possuem. Mas lá, como aqui, deve ser complicado trabalhar, pensar, só dormir que não, né?



Mas, tudo isso, para vermos que o mundo é sempre ligado aos extremos. De um lado calor, de outro frio, e o mais importante desta história toda é que a humanidade até hoje sobrevive com suas invenções maravilhosas.


Abraço! 

Nenhum comentário:

Postar um comentário