“Mais que calor, ô ô ô ô ô ô...” Esta marchinha nunca esteve
tão em voga como nos últimos dias. Como faz calor em terras tupiniquins. Praias
lotadas, piscinas transbordando de pessoas e o sol a todo vapor colaborando
para a venda de sorvetes, água de coco e afins.
O Brasil já está acostumado com este tipo de calor, mas até
os costumes se tornam complicados quando estes acabam ficando nas raias da
loucura. Ninguém consegue pensar direito, dormir, trabalhar, é um deus nos
acuda sem tamanho.
Lorena é uma cidade muito quente e que por ser plana e estar
longe da Serra da Mantiqueira, não tem muita brisa, o que faz a sensação de
calor aumentar ainda mais. Para suportar este calor, da lhe água, sorvete,
ventilador e piscina.
Por outro lado, no hemisfério norte, temos o inverso. Frio e
põe frio nisso. A diferença deles para nós é que as cidades estão mais
preparadas para enfrentar o frio, há calefação e o frio que se faz na rua ao
ponto de congelar as margens de um lago (foto baixo) não é sentido dentro das
casas, todas, sem exceção com aquecedores. Meu primo esteve ano passado na Coréia
do Sul e relatou que sentimos mais frio aqui no Brasil que lá, onde estava
sempre em temperaturas negativas, justamente pelo sistema de aquecimento que
nossas casas não possuem. Mas lá, como aqui, deve ser complicado trabalhar,
pensar, só dormir que não, né?
Mas, tudo isso, para vermos que o mundo é sempre ligado aos
extremos. De um lado calor, de outro frio, e o mais importante desta história
toda é que a humanidade até hoje sobrevive com suas invenções maravilhosas.
Abraço!



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